Storms and insights
and ideas that can bright
you can't forget
So write them
on a piece of paper
you can't forget
But don't show
to anyone
because your ideas
like the thruth
don't belong
to you
terça-feira, 5 de agosto de 2008
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Email ao Sid Clapis - 21 de julho de 2008
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É dura, dura a caminhada.
Como ser um homem de verdade? Pela perseverança num trabalho no qual não tem fé? Ou pela honra de não curvar-se sob aquilo que não acredita?
Espero, caro amigo, que em terras distantes, tenha encontrado resposta que não está em lugar nenhum
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É dura, dura a caminhada.
Como ser um homem de verdade? Pela perseverança num trabalho no qual não tem fé? Ou pela honra de não curvar-se sob aquilo que não acredita?
Espero, caro amigo, que em terras distantes, tenha encontrado resposta que não está em lugar nenhum
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sábado, 2 de agosto de 2008
Pegador de Ônibus
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Você sai de casa todo dia e espera uma inifidade para pegar o mesmo ônibus. Daí num dia qualquer, numa hora outra, o seu ônibus demorador passa. Você ia só ali na esquina, mas o ônibus pára do seu lado. Não dá vontade de pegar o ônibus, só de raiva, de tando que você espera quando tem que pegar?
Outra situação. Você está numa festa. Uma garota pára do seu lado e fica dando mole. Fazer o quê?
Agora, se você pega o ônubus, não tem cabimento.
-------
Nota para as gerações futuras.
Pegador: indivíduo que pega (seduz) muitas garotas
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Você sai de casa todo dia e espera uma inifidade para pegar o mesmo ônibus. Daí num dia qualquer, numa hora outra, o seu ônibus demorador passa. Você ia só ali na esquina, mas o ônibus pára do seu lado. Não dá vontade de pegar o ônibus, só de raiva, de tando que você espera quando tem que pegar?
Outra situação. Você está numa festa. Uma garota pára do seu lado e fica dando mole. Fazer o quê?
Agora, se você pega o ônubus, não tem cabimento.
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Nota para as gerações futuras.
Pegador: indivíduo que pega (seduz) muitas garotas
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sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Almoço no Terminal
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Fui almoçar hoje em um dos lugares da minha preferência. Na verdade é o lugar onde eu quase sempre prefiro almoçar quando estou fora de casa. Restrigindo mais, quando estou na universidade, afinal é aqui perto.
É importante comentar o lugar. Ele é conhecido entre meus colegas como "O Irmão", isso porque o homem que atendia era evangélico, mas ele sumiu de lá faz alguns meses e não tive mais notícias. O importante foi que ficou a irmã que faz o feijão. É o melhor feijão que já comi por aí, se bem que hoje não tava a mesma coisa - tem isso às vezes.
No mais é também curioso o estalecimento físico onde funciona O Irmão. Fica na calçada, colado ao muro da universidade, ao lado do terminal de ônibus da linha "Dois Irmãos(Rui Barbosa)"- coincidência?
O Irmão é rodeado de grades formando dois ambiente para as mesas onde se almoça. Ambientes estes separados pelo quiosque onde fica a cozinha e o balcão de atendimento. Por ser situado na calçada tem a responsabilidade social de não atrapalhar a vida dos pedestres, e não atrapalha deixando o espaço ideal para os transeuntes e passageiros do Dois Irmãos(Rui Barbosa) que esperam seu ônibus.
Dada essa larga introdução quero comentar as coisas que pesquei da conversa dos cobradores e motoristas que estavam almoçado lá. Eles não se tratam como uma pessoa só, mas como o par. Por exemplo:
- Vou ver se trabalho amanhã pra folgar domingo.
- E vocês vão fazer o que domingo?
- ...
Ou seja, cada cobrador é diretamente associado ao seu motorista e vice-versa.
- ...
- Eu sou evangélico.
- E Márcio é evangélico também?
- Não, ele né não, ele é carismático.
Veja só, o outro nem está na conversa, sequer perto, mas é referenciado o tempo todo. Vi vários exemplos e fiquei admirado com a indissociabilidade dessas pessoas.
No mais a comida estava boa, vieram quatro pedaços grandes de galinha guisada, todos maciços - maciço neste contexo significa sem ossos.
Confesso que dava para duas pessoas almoçarem esse prato que custou R$ 4,00.
E espero levar meu pai lá um dia para provar do feijão, como fiz com tantos amigos
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Fui almoçar hoje em um dos lugares da minha preferência. Na verdade é o lugar onde eu quase sempre prefiro almoçar quando estou fora de casa. Restrigindo mais, quando estou na universidade, afinal é aqui perto.
É importante comentar o lugar. Ele é conhecido entre meus colegas como "O Irmão", isso porque o homem que atendia era evangélico, mas ele sumiu de lá faz alguns meses e não tive mais notícias. O importante foi que ficou a irmã que faz o feijão. É o melhor feijão que já comi por aí, se bem que hoje não tava a mesma coisa - tem isso às vezes.
No mais é também curioso o estalecimento físico onde funciona O Irmão. Fica na calçada, colado ao muro da universidade, ao lado do terminal de ônibus da linha "Dois Irmãos(Rui Barbosa)"- coincidência?
O Irmão é rodeado de grades formando dois ambiente para as mesas onde se almoça. Ambientes estes separados pelo quiosque onde fica a cozinha e o balcão de atendimento. Por ser situado na calçada tem a responsabilidade social de não atrapalhar a vida dos pedestres, e não atrapalha deixando o espaço ideal para os transeuntes e passageiros do Dois Irmãos(Rui Barbosa) que esperam seu ônibus.
Dada essa larga introdução quero comentar as coisas que pesquei da conversa dos cobradores e motoristas que estavam almoçado lá. Eles não se tratam como uma pessoa só, mas como o par. Por exemplo:
- Vou ver se trabalho amanhã pra folgar domingo.
- E vocês vão fazer o que domingo?
- ...
Ou seja, cada cobrador é diretamente associado ao seu motorista e vice-versa.
- ...
- Eu sou evangélico.
- E Márcio é evangélico também?
- Não, ele né não, ele é carismático.
Veja só, o outro nem está na conversa, sequer perto, mas é referenciado o tempo todo. Vi vários exemplos e fiquei admirado com a indissociabilidade dessas pessoas.
No mais a comida estava boa, vieram quatro pedaços grandes de galinha guisada, todos maciços - maciço neste contexo significa sem ossos.
Confesso que dava para duas pessoas almoçarem esse prato que custou R$ 4,00.
E espero levar meu pai lá um dia para provar do feijão, como fiz com tantos amigos
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Ando de Bicicleta
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às vezes eu me sinto como uma bicicleta no meio de uma avenida movimentada com múltiplas faixas. carros ultrapassam-se pela esquerda e pela direita. e eu frágil no acostamento estreito.
Me sentiria mal se não soubesse que a maioria desses barbeiros vorazes só podem andar de velocípede nas ruas perto de casa. E engatinham da sala para o quarto
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às vezes eu me sinto como uma bicicleta no meio de uma avenida movimentada com múltiplas faixas. carros ultrapassam-se pela esquerda e pela direita. e eu frágil no acostamento estreito.
Me sentiria mal se não soubesse que a maioria desses barbeiros vorazes só podem andar de velocípede nas ruas perto de casa. E engatinham da sala para o quarto
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quinta-feira, 31 de julho de 2008
Hora de Voltar (Garden State)
IMDb deste Filme
Minha Sinopse:
O cara vivia dopado porque o pai dele o culpava inconscientemente por ter deixado a mãe paralítica. O pai dele era psiquiatra e fazia isso como tratamento para o filho através de remédios. Um dia a mãe dele morre afogada na banheira da casa e ele volta para sua cidadezinha natal. Tem toda aquela coisa de encontrar as pessoas que não via há muito. Antes de voltar à sua cidade ele pára de tomar os remédios que tomava desde criança. Resolve consultar um Neurologista por causa das dores de cabeça. Na sala de espera conhece Natalie Portman - a personagem dela. No desenrolar da história ele sai algumas vezes com antigos amigos de colégio loucos. Se apaixona pela menina. Explora o ato de estar vivo. No final do filme ele deseja ao guardião do abismo infinito:
- Boa sorte explorando seu abismo infinito!
- Pra você também.
Elenco: Zach Braff, Natalie Portman, Ian Holm, Peter Sarsgaard, Ron Leibman.
Direção: Zach Braff
Gênero: Drama
Distribuidora: Buena Vista
Estréia: 11 de Março de 2005
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Minha Sinopse:
O cara vivia dopado porque o pai dele o culpava inconscientemente por ter deixado a mãe paralítica. O pai dele era psiquiatra e fazia isso como tratamento para o filho através de remédios. Um dia a mãe dele morre afogada na banheira da casa e ele volta para sua cidadezinha natal. Tem toda aquela coisa de encontrar as pessoas que não via há muito. Antes de voltar à sua cidade ele pára de tomar os remédios que tomava desde criança. Resolve consultar um Neurologista por causa das dores de cabeça. Na sala de espera conhece Natalie Portman - a personagem dela. No desenrolar da história ele sai algumas vezes com antigos amigos de colégio loucos. Se apaixona pela menina. Explora o ato de estar vivo. No final do filme ele deseja ao guardião do abismo infinito:
- Boa sorte explorando seu abismo infinito!
- Pra você também.
Elenco: Zach Braff, Natalie Portman, Ian Holm, Peter Sarsgaard, Ron Leibman.
Direção: Zach Braff
Gênero: Drama
Distribuidora: Buena Vista
Estréia: 11 de Março de 2005
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