quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Frevo para o Carnaval 2010

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A quem interessar possa,

Segue abaixo uma lista de discos de frevo que é a segunda edição de um projeto que começou em 2008. O objetivo desse projeto é colocar em fácil acesso bons frevos para serem propagados e curtidos até o carnaval. As pastas que tem (selecionado) ao lado querem dizer que algumas músicas menos interessantes foram removidas para proporcionar maior animação e para cumprir o objetivo secundário da seleção: fazer com que todas a músicas no formato em que estão caibam num só CD para poder tocar em MP3. As pastas estão ordenadas das mais animadas às mais tradicionais passando pelas instrumentais. Esse ano o primeiro disco não é o mais animado, mas se destaca por ser uma gravação verosimilhante ao carnaval de rua de Olinda. Aproveitem a promoção. Na quarta-feira de cinzas de 2010 essa lista sai do ar para evitar problemas autorais.
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Mendigos no You Tube

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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

bom

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".. qdo a gente fica privado das coisas a gnt percebe como eh bom": mulher
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*a frase entre aspas é de digão

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Cão de retinas manhadas

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Eu tenho manchas na retina
Porque não consegui parar de olhar o Sol nascendo
Agora meus olhos se prenderam em você
E em breve também estarão marcados

Porque a beleza vicia
A sensação de alegria
E o pensamento que vai pra longe
Diferentemente do álcool
Semelhante à música
Faz a gente querer tocar
E participar da beleza desejada

E a cada momento
Quero chegar mais perto desse sol
Apesar de saber que decepções surgirão
Mas outras belezas podem aparecer

E isso é tudo besteira
De cão que ladra e não morde
Mesmo sem presas afiadas
Esse cão tem paladar
E aprecia a carne que espontaneamente se entrega a ele
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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O Sentido da Vida

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Outro dia, numa festa de despedida de um amigo, tive a oportunidade de conversar com uma professora da minha universidade. Ela foi minha professora no começo da graduação. Agora estou no mestrado e tenho uma aluna de IC (iniciação científica) a quem tento dar alguma orientação – já para eu ir treinando para professor. Acontece que essa professora ganhou a fama – se justa ou injustamente, não posso afirmar – de exigir demais dos alunos de IC dela. Eu estava falando de como eu requisito muito pouco da menina que trabalha comigo. Não sei se foi impressão minha, mas achei que a professora se sentiu um pouco chocada.

Estamos, todos dessa história, na área de tecnologia. Então associo essa exigência toda com a corrida tecnológica do ocidente. E associo o alto grau de tecnologia a que chegamos com a ironia da degradação acelerada da natureza.

O aquecimento global, como outras catástrofes naturais contemporâneas, são eventos naturais. Não são necessariamente culpa da ação humana, acredito. Mas suponho que, sim, a humanidade tem acelerado, e talvez até ampliado o poder dessas tragédia, por não cooperar com o ecossistema.

O alto grau de tecnologia que alcançamos acelera e amplia os desastres naturais. Esse mesmo conhecimento permite reverter a situação. O irônico é que, a despeito disso tudo, ninguém vai salvar o mundo. A parcela dos responsáveis que quer esse salvamento ainda é muito fraca, enquanto aqueles que agridem a natureza não dão muita atenção ao problema.

O problema das pessoas não é de forma alguma falta de tecnologia. E nosso desastre ecológico é um contra-exemplo para quem pensa o contrário. O problema é a falta do senso de coletividade. É a falta de se importar com os outros. É a falta de se importar consigo mesmo. Quando uma pessoa consegue gostar muito da sua vida, ela percebe a vida dos outros também é muito valiosa. Se, ao invés de, a humanidade, ter evoluído em termos tecnológicos, tivesse evoluído em aspectos de auto-conhecimento, relacionamentos interpessoais, felicidade individual e coletiva, poderíamos não ter tecnologia suficiente para salvar o mundo do curso da natureza, mas conseguiríamos nos ajudar e talvez até salvarmo-nos a todos através da cooperação.

Não quero culpar a ninguém por tentar concentrar para si a riqueza do planeta, talvez eu fizesse o mesmo se tivesse a oportunidade. Nem quero dizer que sou, ou que conheço alguém que seja, pronto a cooperar para o bem de todos.

Quero com isso dizer que o que vale a pena é ser feliz. E se conseguir ser feliz naturalmente você vai querer que os outros também sejam felizes. Aliás a alegria faz com que a gente tenha raciocínios mais claros e mais lógicos, enquanto a tristeza confunde a gente demais. De modo que fazemos as coisas mais bem feitas quando estamos alegres – por favor ninguém confunda com algazarra.

No mais vale citar aqui a antiga conjectura para religiosos e ateus do sentido da vida. Suponha que exista Deus, o que todos querem é ter a consciência tranqüila de que fizeram o máximo possível de coisas certas e portanto tiveram motivos para se alegrar em vida. Suponha que não exista Deus, o que todos querem é ter a consciência tranqüila de que fizeram o máximo possível de coisas certas e portanto tiveram motivos para se alegrar em vida.

Caros amigos, ricos e pobres, sábios e imbecís, da tecnologia, das humanidades, da saúde, do povo, das artes, esforcemo-nos. Não podemos evitar a morte e um monte de coisas mais. Mas podemos gostar mais de estar vivos

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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Toda experiência é boa

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Pois é, às vezes a gente acha ruim determinada coisa na vida. Mas depois que o tempo passa, mesmo o inimigo pode ser uma lembrança boa. Tantas coisas trágicas acontecem, mas depois que nos recuperamos é que notamos que aquilo nos fez crescer. E é comum lembrar do erros e decepções de forma positiva.
Chegamos a essa conclusão Filipe e eu numa dessas conversas de madrugada sobre a nossa infância juntos. Então, para exemplificar que mesmo uma má experiência pode trazer algo de bom, ele contou essa história: "Se lembra aquele dia em que eu deixei que você me levasse no quadro da bicicleta. Eu estava aterrorizado. Mas quando eu desci, você não imagina como eu me senti bem."
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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Suco de Laranja

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é preciso espremer a laranja para que ela dê seu suco
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